atear fogo, ligar, dentre outros sentidos.

E daí, as palavras:
- aSCensorista (aquele que tem a tarefa de manejar o aSCensor/elevador):
Décimo quinto andar, aSCensorista, por favor.
- aSCensão (subida, elevação): Quem se qualifica tem maior chance de ter aSCensão profissional.

Ascendente, contrário de descendente
e por aí vai...

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre. Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. “Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão”, e o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas.Nem tudo o que é grande é significativo.
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele!
6. Chore por um dia, e não o ano inteiro. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra, mas ultrapasse pois tudo nessa vida passa!
7. Rodeie-se das coisas que ama, quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. Faça de seu lar o seu refúgio.
8. Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a; se é instável, melhore-a; se não consegue melhorá-la , procure ajuda.
9. Não faça "viagens de culpa". Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas nunca para onde haja culpa!
10. Diga às pessoas que você ama, que as ama, a cada oportunidade. Uma palavra de afeto é vida para a alma.
Observe que não se trata de alguém, já velho, pedindo respeito à sua idade:
"Respeitem meus cabelos brancos",
mas de um chamamento imperativo à sensibilidade humana:
"Respeitem meus cabelos, brancos".
Nas mãos do conhecimento e da criatividade, um simples sinal de pontuação pode ser incrível!...
Respeitem meus cabelos, brancos
Chico César
Respeitem meus cabelos, brancos
Chegou a hora de falar
Vamos ser francos
Pois quando um preto fala
O branco cala ou deixa a sala
Com veludo nos tamancos
Cabelo veio da áfrica
Junto com meus santos
Benguelas, zulus, gêges
Rebolos, bundos, bantos
Batuques, toques, mandingas
Danças, tranças, cantos
Respeitem meus cabelos, brancos
Se eu quero pixaim, deixa
Se eu quero enrolar, deixa
Se eu quero colorir, deixa
Se eu quero assanhar, deixa
Deixa, deixa a madeixa balançar
Quando digo “respeitem meus cabelos, brancos”
não falo só de mim nem quero dizer só isso. Debaixo dos cabelos, o homem como metáfora. A raça. A geração. A pessoa e suas ideias. A luta para manter-se de pé e mantê-las, as idéias, flecheiras. É como se alguém dissesse “respeitem minha particularidade". É o que eu digo, como artista brasileiro nordestino descendente de negros e índios. E brancos. Ou ainda no plural: minhas particularidades mutantes. Fala-se em tolerância. Pois não é disso que se trata. Trata-se de respeito. (Chico César)

Já faz mais de dez dias que o pequeno Daniel está na UTI, respirando por meio de aparelhos... isso está doendo. Está doendo saber do cansaço e da angústia pelos quais um pai e uma (incansável) mãe estão passando. A vida é o que há de mais frágil... e viver esse momento não está sendo fácil.
1/1/11,
1/11/11,
11/1/11,
11/11/11
E tem mais! Faça o teste: pegue os dois últimos dígitos do ano em que você nasceu mais a idade que vai ter este ano. Será igual a 111 para todos! Isso é no mínimo muito curioso.







