Edleuza
"A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida..."
(Vinícius de Moraes)

Esta semana me senti grata à vida pela oportunidade de participar mais uma vez de um evento da Atelier do Saber, uma consultoria em Educação e Recursos Humanos. Foi muuuuiiiito bom!

Primeiro, vieram os dias de estudo e preparação, como sempre, para que tudo fosse feito da melhor maneira possível; a expectativa para conhecer o público participante; e o reencontro com os colegas de trabalho.

E o dia chegou. Estava um friiiiioo!... mas um espaço ótimo, alimentação gostosa (com música ao vivo!!!), salas confortáveis e um público acolhedor - pessoas que fomos conhecendo e conquistando aos poucos e por quem passamos a nutrir um carinho e afeto especiais, sentimentos que acabaram ficando registrados nas avaliações escritas deles e no desejo de um novo encontro semelhante a esse.

A equipe de apoio da
Atelier é um capítulo à parte: jovem, dinâmica, eficiente e muito prestativa (nunca vi canetas aparecerem tão rápido após uma solicitação... hahaha). Todo o pessoal, é claro, comandado e orientado pela Profª Danitza, que é Mestre não só em Psicologia, mas no cuidado com as pessoas e com todos os detalhes que se possa imaginar do Evento - parabéns, Dany, por tanta fineza e competência.

Só sei que foi mesmo o que o poeta um dia falou: vida e encontro, uma experiência que compensa qualquer cansaço, qualquer chuva ou frio. Amei.


Edleuza
"Parabéns!" "Parabéns, menina!"... Estas são palavras que costumamente ouço em minha casa, vindas do meu marido, quando realizo algo interessante. Falar do apoio incondicional que ele tem me dado, desde mesmo antes de nos casarmos, seria uma outra história e uma outra (e longa) postagem... Mas hoje quero falar exatamente dos "parabéns", pois é pra ele.

Dia 16, sexta-feia, foi seu aniversário. Eu não estava em casa, por conta de um evento. De manhãzinha, pelo celular, desejei-lhe um feliz aniversário, um bom dia! À noite, após quase uma semana sem nos vermos, lá foi ele me buscar...

Não podia faltar um bolinho (!!), e com a superajuda da Dany, lá estava na geladeira, esperando o momento certo... O Leroy encarregou-se de fazê-lo aparecer, com vela e tudo! (esse menino!...). Ehhhh!!!! A surpresa deu certo.


Parabéns pelo seu aniversário e pelo grande homem que você é!



Obrigada, amigos, vocês são demais!
Edleuza
Esta semana, à noite, mudando despretensiosamente de canal, deparei-me com o Entrevista Record Música, um programa da Record News, que traz cantores e compositores famosos para uma conversa descontraída. O entrevistado da vez era o Peninha, cantor e compositor de dezenas de músicas que se tornaram verdadeiros clássicos nacionais.

Contando um pouco da história de suas canções de amor, me chamou a atenção quando afirmou que quase todas elas "foram feitas para uma mesma mulher"... Caramba!, pensei, isso existe mesmo?!...

Sim, existe. Não é a primeira vez que o vejo falando desse longo caso de amor e das músicas românticas que fez para ela, as quais, segundo ele, surgiram simplesmente porque não podiam ficar contidas, tinham que sair garganta e peito afora - Almas Gêmeas e Adoro Amar Você são belos exemplos disso.

Um grande amor...
Não, não esse "amor", tão comum que existe por aí e por vezes banalizado ou confundido com qualquer outro sentimento; mas um outro, raro, intenso, recíproco, capaz de marcar a vida de uma pessoa para sempre. Refiro-me ao encontro de almas, a uma sintonia perfeita que simplesmente não se explica, apenas se sente e, muito provavelmente, uma única vez na vida.

Mas, sinto informar: embora tantos desejem profundamente viver essa experiência, nem todos o encontram. Alguns se dão conta de que encontraram o grande amor, no entanto por razões várias (e fortes!) o deixam ir, ficando presos aos passos do que poderia ter sido...

O cinema, mestre em retratar essas coisas inexplicáveis da vida, lançou vários filmes que abordam esse tema, sensíveis, profundos... Vale a pena conferir.


Diário de uma paixão
(um dos mais lindos a que já assisti)






Noites de Tormenta (coisas que a vida não explica...)





E, quem diria... esse tipo de amor também pode nascer na maturidade, contrariando a lei natural que rege os sentimentos masculinos, cuja motivação e atração se dá, essencialmente, pelo quesito corpo...


As pontes de Madison (as tais razões!...)



Edleuza
Meus sobrinhos: sempre fui apaixonada por eles. E estou vivendo a emoção de tê-los em diversas fases e idades - que coisa mais gostosa é isso!... É gente bonita e inteligente pra tudo quanto é lado, desde o Daniel, a coisa mais apaixonante desse mundo, com apenas alguns meses de vida, até o Tiago, homem feito e já quase um "Doutor".

Só sei que é muito gostoso ser tia, olhar para eles assim tão lindos, reconhecê-los tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos, numa mistura de traços e temperamentos.

Pensar neles é por vezes curioso. As lembranças se misturam. Aparecem as carinhas e os sorrisos de quando ainda eram pequenos, e num segundo as imagens do que são agora. Aqueles rostinhos de menina de ontem confundem-se com a beleza e a graça das universitárias que são hoje; no lugar do choro e das caras de sapeca dos meninos, dá pra ouvir vozes grossas e ver os rostos barbados dos rapazes que se tornaram. Descobrir quem é um e quem é outro ao telefone é que ficou difícil!...

São tantos momentos, tantas lembranças... Daria pra fazer um filme: o sorriso e a alegria da Dani ao ganhar o seu primeiro biquíni para ir à praia de Matinhos; a Vivi, atendendo ao telefone e dizendo "Oi tia, tem bolo de chocolate..."; o Rô, fugindo da gente, lá no Buraco do Velho; o Rafa, contando suas histórias e peripécias; o Tiago, supercarinhoso, me ajudando a estacionar o carro (e a Aline ordenando: "Endireita!" kkkk); essa Nine, linda demais, chamando a atenção por onde passa (e eu, morrendo de cuidado, fechando o tempo pros marmanjos); o "dededede" do André, em tons crescentes e lindos, mais tarde o "lilha" e hoje os carros; e o Danielzinho, coisa mais linda desse mundo (de onde vieram aqueles cabelos pretos numa pele tão branquinha?).

Tia coruja? Que nada... é muita paixão mesmo. Amo. Amo. Amo.




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